A palavra filisteu, no sentido não-histórico, refere-se à pessoa deficiente na cultura das Artes liberais, um oponente intolerante do boêmio, quem exibe um código moral restritivo, desapreciador das ideias artísticas.
A partir do século XIX, na Europa, a palavra "filisteu" passou a designar pessoas de comportamento acovardado, que têm ojeriza por questões políticas maiores, não valorizam arte, beleza ou conteúdo intelectual, e satisfazem-se com o cotidiano da vida privada pacata e confortável. O filisteu não seria adepto de ideais, mas apenas de propostas práticas passíveis de ser contabilizadas em melhorias para sua vida privada imediata.
Fonte: aqui.
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Okay. Detestável, mas seria mais fácil, não?
É quase um "não sentir".
Quando se está sufocando, por ter acreditado numa ideia,
você acaba por querer ser o que mais detesta.
E no fim, nada valeu a pena e você se sente um idiota por ter acreditado.
Tem sido assim com as paixões humanas.
